quinta-feira, 28 de junho de 2012

alguém..

Tenho a melhor amiga, tenho os melhores amigos, felizmente tenho tudo de bom nestes aspectos, mas... sinto falta de mais alguma coisa, de algum alguém.


sei que ando muito afastada daqui, mas ando perdida com as palavras, desculpem ♥

terça-feira, 12 de junho de 2012

Someone?

Alguém me sabe explicar, porque é que cada vez que vejo um texto dele para ela, ou dela para ele, me dá uma raiva enorme e outra coisa esquesita que não sei identificar?
Um pouco de raiva por saber, que:
1 - Ele não me tem ligado nada (desconfio que seja por causa dela também);
2 - Porque ele ainda gosta dela, depois das porcarias que ela fez;
3 - E porque não o quero ver magoado de novo.

E LIVREM-SE, de me dizerem que gosto dele, porque NÃO gosto!

domingo, 10 de junho de 2012

not again..

Nós aproximámo-nos outra vez, tal como da 1ª vez mas eu tenho medo.. medo de que aconteça tudo de novo, medo que este sentimento descongele e que mais uma vez eu me afunde.
Antes os nomes carinhosos não faziam mais aquele friozinho na barriga, e agora quando me apanhas desprevenida ele aparece.. e é disto que eu tenho medo, porque foi assim que começou.
Há coisas que tu dizes, com ou sem intenção mas que consegue mexer em alguma coisa lá no fundo.
E quando te perguntei se eu voltasse a gostar de ti o que fazias ou como reagias, e me disseste que ficavas contente de eu gostar de ti? Pois o problema não estava aí, mas sim eu gostar de ti, e tu dela.. e depois quem sofre? EU!
E durante este tempo aprendi a não correr atrás de ti, aprendi a não ceder como antes porque antes era SEMPRE assim, e olha aconteceu o fim.
E se não deu uma vez, porque haveria de dar outra?
NÃO quero, e NÃO vou voltar a gostar de ti!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Tudo Passa .. - Parte 45


(…)
 

Rodrigo a narrar

Passava mais tempo com a Nádia nestes últimos dias, eu tinha mudado e reparei nisso, ela faz-me sentir bem e só ela me interessa parece que não vejo mais nenhuma rapariga há minha frente.
Chegamos a minha casa, ela parecia estar com receio de entrar.

R – Estás com medo de entrar?
N – É que há muito tempo que não venho a tua casa. – Riu-se.
R – Mas descansa que a casa não te cai em cima tonta. Senta-se no sofá se quiseres. – Ela sentou-se e permaneceu quieta, talvez estivesse desconfortável. – Então e que filme queres ver?
N – Oh tanto faz, estás em tua casa escolhe tu!
R – Tudo bem então. – Sai de perto dela, e fui ver na prateleira um que me agradasse, decidi-me pelo “Um dia” coloquei o cd no leitor de DVDs, e sentei-me ao lado dela. – Espero que gostes, é um pouco lamechas. – Sorri.
N – Não tem mal, eu gosto! – Abriu um sorriso lindo, aquele do qual eu tinha saudades.
Passado quase uma hora, o filme acabou e a Nádia já tinha derramado umas lágrimas, mulheres!

R – Sempre tão chorona babe. – Virei-me para ela, e passei com o meu dedo de leve no rosto dela afim de limpar as últimas lágrimas. Ela ficou envergonhada e olhou para o chão. – Bem, estou com fome e tu?
N – Sinceramente também. - Riu-se.
R – Então vamos para a cozinha, ando com desejos de umas panquecas com nuttela. – Dirigimo-nos para a cozinha.
N – Já foste fazer o teste? – Arqueei uma sobrancelha.
R – Que teste?!
N – Gravidez? Dizes que andas com desejos. – Deu uma gargalhada, e não me conti e acompanhei-a.
R – Esse sentido de humor. Bem vamos a isto!
N – Queres ajuda? – Chegou-se perto de mim a fim de me ajudar.
R – Na na ni na não, tu ficas ai sentadinha, isto não demora nada prometo! – Dei-lhe um beijo na testa, e meti mãos há obra. E então passado uns 15 minutos já tínhamos as panquecas recheadas de chocolate, os nossos olhos pareciam que brilhavam. – Ao ataque?
N – Bora! – Disse começando a comer.

                                                     X

Já estávamos de barriga cheia, a Nádia estava a comer o último pedaço quando reparo que ela tinha chocolate perto da boca.

R – Badalhoca estás suja! – Ri-me.
N – Onde? – Começou a limpar do lado contrário da cara.
R – Deixa estar que eu limpo. – Aproximei-me dela, era estranho estar assim de novo tão perto dela, ela não se mexeu então eu limpei-lhe o chocolate mas não me movi, olhei diretamente nos olhos dela que mostravam confusão, e depois voltei o meu olhar para os lábios dela, eu sabia que era perigoso estar assim tão perto dela, mas eu gostava do perigo, então fiz o que me passou pela cabeça e beijei-a. SIM eu beijei a Nádia, ela foi apanhada de surpresa e não retribuiu e quando me ia afastar, os braços dela rodearam o meu pescoço e aí sim ela retribuiu o beijo o que me deixou surpreendido e com medo da reação dela quando nos afastássemos.
E o ar faltou e afastámo-nos, ela levou diretamente as mãos há boca dando-se conta do que tinha acontecido e notava-se que estava em pânico, decidi intervir.

R – Oh Nádia, desculpa a sério não era minha intenção. – Disse aproximando-me dela, o que não resultou pois ela afastou-me.
N – Desculpa mas eu tenho de ir. – Saiu da cozinha, e eu fiquei ali parado a olhar o nada, e só “acordei” quando ouvi a porta bater.

                                                 X

A – TU FIZESTE O QUÊ RODRIGO?! – Gritou a Andreia, depois da Nádia ter ido embora sentia-me mal porque agora lhe ia complicar a vida e então pedi há Andreia para vir a minha casa.
R – B-E-I-J-E-I A! Quantas vezes vou ter de repetir o mesmo, só me sinto mais mal quando o digo. – Levei as mãos há cabeça.
A – A-I  M-E-U  D-E-U-S , eu ainda não acredito nisto!
R – Acredita porque aconteceu mesmo. – E de repente foi como se passasse um flashback na minha frente e revivi aquele momento de novo, sorri automaticamente.
A – NÃO SORRIAS MEU MENINO! AII – sentou-se ao meu lado. – Sabes que isto pode correr bem, ou pode correr mal. Bem para o teu lado, mal para o da Nádia e do Fábio.
R – Eu sei, mas não era minha intenção magoá-la, eu não a quero perder de novo.
A – Eu vou falar com ela, descansa. Bem vou andando, e depois mais logo talvez tenha noticias. – Deu-me um beijo e saiu, deixando-me ali enterrado no meu não tão arrependimento.

(…)