quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Tudo Passa .. - Parte 51


(…)

Disse ao Duarte que já voltava, passei por um monte de pessoas e todas a fazer o que se possa imaginar, até chegar minimamente perto e ver que era o Rodrigo, tive de suspirar de alivio porque se não fosse ele as coisas iam dar para o torto.

… - Olá gata! – Disseram-me ao ouvido, dei um pulo de susto e virei-me para ver quem era.
A – Porra Ryan, queres me matar? – Ele apenas sorriu, mas logo aquele sorriso de desfez. – Que foi?
RY – Nada. – Mas ele não parava de olhar por cima do meu ombro, então virei-me e voltei a ver aqueles dois.
A – Já entendi!
RY – Não sabia que ela namorava. – Olhou para mim com um sorriso triste, esta Nádia é uma arrasa corações.
A – E não namora! – Sorri-lhe.
RY – Não a sério? E porque está agarrada aquele? Não me digas que ela é daquele tipo de raparigas que agarra qualquer um? – Fez uma cara surpresa.
A – Claro que não! – Ele suavizou a cara de surpresa. – Mas ela tem um carinho especial por ele, e também já está meio alegre. – Sorri-lhe. – Bem agora que estás esclarecido preciso ir.
RY – Oh tudo bem, mas olha podes me dar o teu número? Gostava de combinar alguma coisa com vocês depois.
A – Claro, segue-me que o meu telemóvel está na mala.

Fui andando para a mesa onde tinha deixado o Duarte e o Ryan vinha atrás de mim, quando cheguei lá o Duarte estava no mesmo sitio, e quase a deitar fumo pelas orelhas o que me deu vontade de rir, até porque não demorei assim tanto.
Ele levantou-se num salto, e olhou para trás de mim mas logo voltou a olhar para mim.
D – Fogo amor tanto tempo, já ia atrás de ti. – Deu-me um beijo na testa.
A – Desculpa mas entretanto encontrei o Ryan e estivemos há conversa. – Fui até onde o Duarte estava sentado há pouco e apanhei na minha mala tirando o meu telemóvel lá de dentro. Voltei para perto deles e dei o meu telemóvel ao Ryan para ele deixar ali o número dele.
D – Ah tu é que és o Ryan?
A – Sim amor este é que é o Ryan. – Entretanto ele devolveu-me o telemóvel e eu apresentei-os. – Ryan este é o meu namorado, o Duarte.
RY – Hey. – Fizeram um toque estranho. – Bem agora acho que vou indo, até uma próxima. – Afastou-se e deixamos de o ver entre as pessoas.
D – Não gostei muito dele, é todo sorrisinhos contigo. – Disse com cara de amuado, tive que me rir da cara dele.
A – Não te preocupes que não é em mim que ele está interessado. – Sorri e puxei-o para dançarmos.

                                                        X

Já íamos a caminho de casa, e cada um estava pior que o outro os únicos que se aproveitavam era eu, o Fábio e a Leonor ou seja cada um tomava conta do parceiro de quarto, o que não agradou muito há Leonor.
Finalmente lá chegamos a casa, e a Nádia foi a correr feita doida pelas escadas acima.

A – Fábio eu sei que não te devia pedir isto, mas podes tomar conta dele, eu tenho de tratar do Duarte, e a Leonor do Rodrigo.
F – Que remédio tenho eu. – Deslocou-se escadas acima.

Fábio a narrar

Subi as escadas, e fui em direcção ao quarto onde estava a Nádia feita louca a pular na cama e a gritar qualquer coisa que não percebi.

F – Nádia sai de cima da cama se fazes favor. – Continuava parado no meio do quarto enquanto a observava.
N – Não és homem para mim, eu mereço muito mais! Não és homem para mim, eu mereço bem melhor lalalala. – Meu deus onde é que ela foi buscar isto agora? Ela cantava e fazia umas caretas estranhas depois ria-se que nem uma retardada e bem toda a gente precisava descansar e ela também. Puxei-a pelo pé, fazendo ela escorregar e deitando-se na cama, rindo-se mais agora. – ÉS UM BRUTO! – Fez cara de amuada, e eu só me queria rir das figuras dela.
F – Ok, sou um bruto agora levanta-me. – Ela arrastou-se pela cama até conseguir ficar minimamente de pé.
N – Já estáááááá! – Disse batendo palmas e gritando mais, jesus dá-me paciência. Puxei-a pelo braço em direcção há casa de banho e encostei-a a um balcão que ali estava, enquanto fui ligar a água da poliban, fui até ela e meti as mãos na cintura dela, notei que ela ficou quieta e sinceramente era estranho estar assim tão perto dela depois de tudo o que se passou. Agarrei na camisola dela e arrastei-a devagar até há mais acima da barriga dela, onde ela colocou as mãos por cima das minhas. – Eu não quero brincar agora. – Olhou-me divertida, e eu não liguei tirei-lhe o resto da camisola e ela ficou indiferente. Depois baixei-me e tirei-lhe os sapatos e levantei-me para lhe tirar os brincos e o relógio e ela continuava quieta.
F – Tira as calças. – Ela olhou para mim espantada, mas depois desatou a rir. – Va lá Nádia colabora, e aliás não há ai nada que ainda eu não tenha visto. – Ela com esforço afastou-se do balcão e começou a tirar as calças, ficando só de roupa intima. E deus aquela rapariga tinha um corpo de fazer inveja a muitas outras, e fazer os rapazes babarem assim como eu.. mas o que é que estou aqui a dizer, abanei a cabeça como se para espantar os pensamentos e levei-a para o poliban, quando a água entrou em contacto com a pele dela, ela deu um gritinho histérico.. ahh eu ainda não tinha dito que a água estava fria? Pois ela estava fria.
N – Fábiooooo está muitoo..oo fri..a. – Mudei a temperatura da água e ela sossegou.
F – Vou buscar-te roupa. – Sai do quarto há procura de alguma coisa para ela vestir, quando encontrei voltei há casa de banho ela ainda estava na mesma posição em que a deixei. – Não adormeças, vou estar no quarto.

Passado cerca de 20 minutos, a porta da casa de banho abriu-se e ela saiu de lá com uma mão na cabeça.

F – Dor de cabeça? – Levantei-me da cama.
N – Sim.. ai – Queixou-se e foi deitar-se na cama. – Isto passa.
F – Tão depressa não passa. – Fui há minha carteira e peguei num comprimido para as dores de cabeça. – Toma! – Entreguei-lho e ela bebeu-o com a água que tinha na mesinha de cabeceira.
N – Obrigada. – Apenas sorri e fui em direcção há minha cama. – Fábio? – Virei-me para ela. – Dorme comigo. – Bem esta tinha-me apanhado de surpresa e ela ainda devia ter álcool no sangue, queria recusar mas ao mesmo tempo… - Vá la. – Sorri e fui em direcção há cama dela, ela chegou o corpo mais para o aldo para me dar espaço a mim, e deitei-me. Entretanto ela chegou-se para perto de mim e pousou a cabeça dela no meu peito e fazia desenhos infinitos na minha barriga o que me dava uma sensação boa. – Obrigada por cuidares de mim – Levantei o queixo dela para olhá-la nos olhos e ela sorriu.
F – De nada, agora dorme. – Dei-lhe um beijo na testa e ela voltou a deitar a cabeça no meu peito. – Boa noite!
N – Boa noite. – Ela aconchegou-se melhor, e passado um tempo quando eu pensava que ela estava a dormir ouvi-a sussurar. – Amo-te.

(…)

eu sei que está gigante portanto aproveitem e deixem-me feliz com os comentários :b
ahh outra coisa quando for o Ryan vou meter "RY" porque esqueci-me também do Rodrigo ._.
espero que gostem (:

8 comentários:

Maria João Cardoso disse...

// será que podes passar pelo meu blogue de fotografia e dar-me a tua opinião sobre as novas fotos? basta clicares em "gostei" ou "não gostei", aproveita para votar na sondagem, obrigada (:

inês disse...

aiii que capítulo mais fofinho!

inês disse...

de nada!

Sara C disse...

as coisas com o meu boyfriend nao estão muito bem (já nao estao bem há algum tempo) e nao parece que venham a melhorar s:

Azania disse...

Great blog. Would you like to follow each other? :)

thecostalita.blogspot.com

Magui disse...

Oláaa lindaa. :)
Desde já peço imensaaas desculpas por não ter respondido aos teus comentários e por não ter dado a minha opinião sobre mais um capitulo teu, mas comecei agora as aulas e ainda não parei 1 minuto. O:
1º ADOREI O CAPÍTULO, ESTÁ SUPER FOFO, DESDE A PARTE QUE É O RODRIGO A PARTE EM QUE ELA ESTÁ BÊBEDA E ANTES DE DORMIR DIZ AO FÁBIO QUE O AMA *-* Lindaa essa parte :)
2º Obrigado por teres gostado da minha foto (aquela do mar) :)
3º Obrigado também por teres gostado do meu simples texto *-*
4º e último, obrigado também por teres gostado do meu outro texto. :D
Beijinhooos

Lia disse...

obrigada querida :)

Lia disse...

estive bebé.. ele tentou estar comigo segunda e terça na noite, mas eu não fazia muita questão, acabava por fazer por nos desencontrarmos. opa, tinha medo do que ia acontecer e do que eu ia sentir. quarta não saí, ele ligou-me e eu disse-lhe que estava em casa, e ele 'estou a passar perto, queres que passe aí?', não tinha como dizer que não, disse-lhe para fazer como quisesse, e ele foi!